Profissionais da educação: idealistas

Nosso trabalho de professores é um misto de MISSÃO, VOCAÇÃO E PROFISSÃO pois se faz em
persistência e crença. O aprendente é motivado a cada sorriso (ou seja eu preciso ter condições para isso) Maturidade para entender que os parâmetros para a construção de competências é um processo que se faz motivado e motivante.
Fonte da imagem: acertodecontas.blog.br
Precisamos fazer uso da liderança motivadora e do acompanhamento com zelo e respeito ao modo subjetivo de cada do aprendente aprender.
Pensar em Educação é pensar em magia. Precisamos encantar, e para isso estar encantados com a nossa missão no processo escolar. Penso que o ser idealista (crer no que fazemos) é uma necessidade para atingir a nossa competência de desenvolver competências no outro. Se eu não estou encantado dificilmente encantarei aqueles que precisam do meu trabalho.
Cada aula, cada olhar, cada palavra, cada sorriso faz do nosso trabalho um encanto necessário para fazer aproximação com o aprendente e lhe apontar caminhos.
Não que devemos descartar a realidade (realismo), mas o real se tornar mais e melhor diante de convicções idealistas... Quando me apego e me nutro dos meus ideais estarei pronto para tratar a realidade (que no nosso caso educacional tem seus amargos perfumes tão conhecidos e estigmatizados por vários meios). A resposta para aquela simples pergunta: qual a razão que me faz acordar todos os dias? Responde várias outas quando sou um profissional idealista.
 O professo de avaliação, ou seja, verificar o desenvolvimento de competências é sempre um misto de decepções e surpresas. Primeiro precisamos estar cientes que não somos os donos do saber e não preciso criar expectativa apenas devemos direcionar os olhares e deixar que ela (ele)  'aprenda a aprender'. Cada educando desenvolve ao seu modo o processo e isso precisa ser acompanhado com entusiasmo e maturidade, isso eu chamo de zelo pedagógico.
Desde a postura de procurar observar o 'professor' até a sensibilidade para se envolver com a magia temos formulações de habilidades necessárias para a concretização do ser competente capaz de intervir no meio social.
Nesse belo processo poético-pedagógico a educação informal é uma ferramenta para a constituição da educação formal. Tecnologia em aula, problemas sociais e familiares deverão ser usados como ponto de partida do trabalho e não uma barreira dele.
Dessa visão de educação que comungo creio que todo conhecimento é significativo. Toda obra tem a participação do seu criador e preciso me ver no (na) aprendente. O movimento é maiêutica e singularmente representativo na consumação do processo, pensaríamos ainda que o processo não para nunca pois devo preparar o meu aprendente para sempre estar pronto a aprender estando ou não sob minha tutoria.

Comentários

  1. Otimo post, parabens... em algumlugar eu lia algo como "ser professor é profissão, ser educador é vocação"...e da-lhe vocação!

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