Quero agradecer imensamente a toda equipe organizadora e promotora do Café Filosófico EBEP Anápolis. Aos querido,Marcos Carvalho, Lorena Alcântara Borges, Elaine Lima e Marcus Vinicius Costa mais uma vez o meu muito obrigado, a participação de cada um de vocês foi muito válida e fundamental para o desenvolvimento da reflexão. Raquel Mendes, Wilson e Marciana, ficamos gratos e felizes pela presença. As queridas da segunda etapa de química que abriram o evento com uma bela apresentação de dança. A coordenação, na pessoa da Larêssa Cintra o meu agradecimento pela confiança e motivação ao trabalho. Professora Elaine e professor Deivid Avelino que me ajudaram muito a esquematizar as ideias para essa provocativa, obrigado mesmo, nossa amizade é construção de profissionalismos, identificação e idealismo de uma sociedade mais crítica. Todos e todas a minha felicidade pela participação nesse debate livre. Independente do partidarismo no assunto eu creio que o mais importante é a capacidade argumentativa e abertura para (re)avaliar as ideologias aderidas, isso é pensar filosoficamente. As polêmicas são próprias para o espanto, e espantar é uma atitude precisa para filosofar de verdade. Lembro do filósofo Habermas que diz que a verdadeira filosofia é essa que feita pelo encontro de jovens na buscam de elaborar uma ideia da realidade. Valeu mesmo. Que venham os próximos debates filosóficos da atualidade.
Introdução: o que não se conta no jantar de família Imagine a seguinte cena: uma pessoa bem-sucedida, respeitada no trabalho, querida pela família, carrega consigo um segredo que considera inconfessável. Não é crime, não machuca ninguém diretamente, mas ainda assim provoca angústia profunda. Pode ser uma atração irresistível por pés, uma necessidade de usar roupas de látex para sentir prazer, ou uma fixação em situações específicas que fogem completamente do que aprendemos ser "normal" no amor e no sexo. Bem-vindo ao mundo dos fetiches - território que Sigmund Freud mapeou com coragem quando a sociedade vienense do século XIX fingia que sexo só existia para fazer bebês. Como observa o psicanalista brasileiro Contardo Calligaris em seu livro "Cartas a um jovem terapeuta" (2004, p. 89): "o que chamamos de perversão é muitas vezes apenas a coragem de desejar diferente, num mundo que exige que todos desejem da mesma forma monótona e previsível". Esta reflexão ...

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